1.3.10

Porque hoje é segunda-feira, os meus filmes.

“My mum always said life’s like a box of chocolates. You never know what you’re gonna get”. Diz-lhe ele, inocente, quando estão os dois sentados junto ao lago, com a câmara de Robert Zemeckis apontada às costas de ambos. Forrest Gump foi um dos melhores filmes que vi e um dos que mais me tocou.

10 comentários:

fugidia disse...

Hum... deixou-lhe uma lágrimazita no cantinho do olho não foi, Mister?
(risos abafados)

Gostei e gosto muito também (do filme) :-)

Mike disse...

Ora, Fugidia... não chegou a tanto... e os rapazes não choram. Pois... tem duas meninas por isso não sabe. (risos)

ana v. disse...

Engraçado, Mike, nunca imaginei que este fosse um dos teus filmes de culto. Aqui estamos totalmente em desacordo: não só não gosto do Tom Hanks (mas isso, admito, é uma embirração pessoal que não me impede de reconhecer que ele é um bom actor) como, principalmente, acho que o filme é uma espécie de elegia da mediocridade, que não subscrevo de maneira nenhuma. Nem sempre a falta de inteligência está associada à bondade natural, e raramente está associada ao sucesso.

Mike disse...

Ana,

Surpreendentemente é um dos meus filmes favoritos e, ao contrário de ti, até gosto do Tom Hanks que, apesar de não ser um dos meus actores favoritos (longe disso), acho que vai muito bem. Não acho que seja uma elegia à mediocridade e concordo contigo no teu último parágrafo. Mas olha, gostei da história simples de superação e, em meu entender, Zemeckis tem um trabalho soberbo de direcção e, sem grandes artifícios, acho que o filme tem uma belíssima fotografia (não me lembro quem assina a direcção de fotografia). Mas entrávamos na vertente técnica e nunca mais saíamos daqui. Olha, que queres que te diga? gostei muito de Forrest Gump. :)

Luísa disse...

Feliz ou infelizmente, Mike - fico sem saber - não vi o filme. Mas gosto do Tom Hanks como actor. Embora, como a Ana, reconheça que há qualquer coisa na sua voz ou na sua figura (talvez seja o pescoço... ) que me irrita ligeiramente.

cristina ribeiro disse...

Também me tocou, Mike.

bacouca disse...

Mike,
Adorei! A força daquela Mãe para dar asas ao filho com uma deficiência, as lições de vida que lhe transmitiu, a bondade daquela criança que tudo enfrenta e se torna num homem simples mas que se saí das situações mais complicadas devido a essa mesma simplicidade, etc,etc,etc,
"A vida é uma caixa de chocolates"
Xi especial por relembrar filmes marcantes.

Mike disse...

Luísa,

Pronto, como se não chegasse o tipo de filmes de que gosto manter-nos afastados sob a óptica do cinema, até o pescoço de alguns actores serve de pretexto para discordar de mim. Isto está bonito... (risos)

...................................

Cristina,

De vez em quando concordamos... até no cinema. ;D

...................................

Bacouca,

Olhe, sabe o que lhe digo? Gostei mesmo deste filme. :)
Um xi.

L. Rodrigues disse...

Eu coloco este filme numa espécie de limbo. Uma mistura entre Zelig e Being There (com Peter Sellers como o jardineiro Mr. Chance). Um exercício de estilo, por um lado, e uma reflexão sobre como funcionamos enquanto sociedade mediatisada, onde qualquer um, com o holofote sobre si na hora e angulo certo, pode ser heroi, um guru ou um vilão...

Mike disse...

Luís,

Não lhe chamaria uma espécie de limbo. Colocas este filme exactamente como eu o gostaria de ter colocado, só que não tive a (tua) lucidez para o fazer. Abraço.

Arquivo do blog