11.1.10

Porque hoje é segunda-feira, os meus filmes.

Robert e Francesca tinham chegado a um ponto das suas vidas em que as expectativas faziam parte do passado. Contudo... contudo a vida, como quase sempre, tem contornos inesperados. Para Robert e Francesca foi tarde, apesar de glorioso. Mas para nós As Pontes de Madison County é um filme extraordinário, que chega sempre a tempo de ser visto ou revisitado.

12 comentários:

fugidia disse...

Sim, a melhor cena deste filme, sem dúvida.
O momento em que a estrada se divide, há dois caminhos e não se sabe o que fazer. E nada escolhendo, escolhe-se, afinal (e, neste caso, como diz pessoa, sinto sempre que
É o tempo da travessia:
e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre,
à margem de nós mesmos."...)

fugidia disse...

Pessoa com maiúscula, sff :-)

cristina ribeiro disse...

Só há pouco tempo o pude ver em DVD, e gostei muito, Mike.

ana v. disse...

O eterno dilema... partir ou ficar? o certo ou o incerto? Uma coisa é certa: há certos sortilégios que só temos uma vez na vida, e às vezes nem isso. Ignorá-los é um crime contra nós próprios, e quando isso acontece quase sempre fazemos alguém pagar o preço da nossa frustração. Esta mulher nunca mais conseguiu ser feliz, e o marido (aposto) também não, porque se apercebeu da tragédia dela. E se não se apercebeu é porque não a merecia.
Sempre me irritou o moralismo deste filme, embora esteja magistralmente interpretado por dois grandes actores.

Patti disse...

É magnífico e esta cena é demais. Duvido que muitas mulheres conseguissem tomar a outra decisão. Há um espírito de sacrifício em nós, que nos mutila, mas do qual não nos conseguimos desprender. E isso por vezes é muito, mas muito mau.
E é por isso que esta cena toca a todas nós e torna o filme inesquecível.
Na minha opinião. é um filme tão ou mais duro, do ponto de vista de quem assiste, que a sua anterior escolha.

bacouca disse...

Mike,
Adorei esse filme! Para mim é uma história verídica só que as personagens tinham outra idade...
E mais não digo senão "desconversava"...
Xi

Luísa disse...

Mike, vi há muitos anos e já não me lembro. Tenho de rever. Só sei que li, entretanto, outros livros do autor da obra inspiradora do filme e que os achei ligeiramente «machistas». ;-D

Mike disse...

Fugidia,

Não foi inocente a escolha desta cena. Por tudo o que ela encerra e que, resumidamente, a menina através de Pessoa, diz e bem. :)
"... à margem de nós mesmos"... é mesmo assim. :D

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Cristina,

Não sei porquê, calculava que gostaria. :)

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Ana,

Por acaso, agora que falas do moralismo, até sou capaz de concordar contigo. Desta vez, só desta vez, ok? (risos)
Mas é um belíssimo filme, não é? ;)

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Patti,

É duro, sim. Violento, quase.

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Bacouca,

Oooohh... desconverse, desconverse, vá lá... (risos)

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Luísa,

Desta vez não se fie no que leu. Revisite o filme que vale a pena. :D

ana v. disse...

Concordamos? CONCORDAMOS?? Estamos a ficar velhos, é o que é. Ou eu mais competente e tu menos, só pode...
:-)

Mike disse...

(gargalhada)
Vou ser obrigado, de novo, a concordar contigo sobre estarmos a ficar velhos. Mas nada de pôr em causa a minha competência, menina... (risos)

bacouca disse...

Mike,
Pode ser que um dia desconverse...mas no meu cantinho!
Xi

Mike disse...

Ok. Combinado, Bacouca. :)

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