6.3.10

Bom fim-de-semana.

Foto: Olhares

1.3.10

Porque hoje é segunda-feira, os meus filmes.

“My mum always said life’s like a box of chocolates. You never know what you’re gonna get”. Diz-lhe ele, inocente, quando estão os dois sentados junto ao lago, com a câmara de Robert Zemeckis apontada às costas de ambos. Forrest Gump foi um dos melhores filmes que vi e um dos que mais me tocou.

22.2.10

Como vi o jogo desta noite.

Contra um meio campo com a lição bem estudada e uma defesa de betão bem articulada, mandam as regras que não se bata de frente. Ou no fim restará o amargo de boca de se ter sido ineficaz e de se ter prestado um bom serviço ao adversário. Em vez de colocar a bola nos pés ou na cabeça dos avançados colocados de costas para a baliza e desprotegidos, em que a única solução é devolvê-la para trás, espera-se que o ataque seja subtil e pelos flancos e não através do jogo directo, em que os lances esbarram, invariavelmente, na linha defensiva do meio campo ou na tal defesa de betão e bem preparada, expondo a equipa a contra-ataques bem gizados e perigosos. Perante um adversário que, justiça seja feita, se farta de trabalhar todos os sectores do campo e faz gala de estudar os detalhes da táctica, há que usar outro tipo de artimanhas. Outros jogadores, extremos mais astutos que tenham o condão e a capacidade de baralhar uma defesa sólida e quase intransponível. Estou a pensar em extremos como o matreiro Buraco, de apelido Fechadura e o já entradote mas ainda respeitável Watergate. Mesmo a jogar em casa e contra um adversário aparentemente fragilizado, se não se estuda bem a lição e não se tem uma postura adequada, qualquer equipa se arrisca a perder. Controvérsias aparte, creio que o vencedor do jogo desta noite foi o clube anfitrião (Sociedade Independente de Comunicação), adivinhando-se casa cheia* enquanto o jogo teve lugar, apesar da sua equipa ter saído derrotada, vergando-se à equipa visitante. Mas não foi um jogo por aí além e, a espaços, dei por mim distraído à volta dos jornais do fim-de-semana que não tive tempo de ler por causa da terapia. Mas esse é outro assunto, sobre o qual me debruçarei mais tarde.

* Há que confirmar as audiências durante esse período.

Porque hoje é segunda-feira, os meus filmes.

Sou fã de Charles Chaplin e Tempos Modernos é, provavelmente, o meu filme favorito do cineasta britânico. Data de 1936 e é uma contundente, mas deliciosa, crítica ao mundo moderno e industrializado que foi, aos poucos, escravizando a sociedade. Ainda hoje basta-me ver um pequeno trecho do filme para me rir. A mensagem social de Chaplin, essa continua lá, usando o cinema de forma magistral e com a mestria que lhe é reconhecida.

19.2.10

Bom fim-de-semana.

Foto: Olhares