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11.6.15

Tango

Um pensamento triste que se pode dançar. *

Um pensamento que gosto de ouvir e de ver.
Como Por una cabeza, de Carlos Gardel.

* Discépolo, poeta, compositor e autor de inúmeras letras de tangos



21.11.09

Estou rendido...

... a esta cantora nascida na Nigéria, onde passou a infância, antes de se mudar para a Alemanha. Acreditem ou não, foi-me apresentada pela minha mais nova, que tem onze anos, apesar de ter confessado que fora a irmã mais velha a responsável por gostar da Nneka Egbuna. Depois, quando resolvi acompanhar este Heartbeat com o meu jambé, foi a vez dela se render. Em dias de chuva como o de hoje creio que os vizinhos enlouquecem. Ou talvez não, talvez se rendam, também, ao som contagiante da Nneka.

18.11.09

Meus companheiros inseparáveis (XIX)

Otis Redding

O homem que imortalizou Respect, Dock of the Bay e My Girl.

Aqui ao vivo, numa versão electrizante e demoníaca de Satisfaction.

20.10.09

The (new) Diva.

Beyoncé Giselle Knowles tem vinte e oito anos, é cantora, dançarina, compositora, produtora e já se aventurou pelo cinema como actriz, tendo sido nomeada para um Globo de Ouro. Canta desde a infância e aos dezoito anos era já a líder das Destiny’s Child. Do seu currículo constam nada mais, nada menos, que dez Grammys, dos quais sete em carreira a solo. Ela própria recusa comparar-se a Tina Turner, que idolatra. Eu venero a Tina. Venero a cantora e admiro a mulher. Para as pessoas da minha geração é comum reparar-se que existe, normalmente, um estigma em relação a estas novas vozes de R&B. Direi que se trata de preconceito. Não há lugar a comparações e se tivermos a lucidez de pormos de parte o lado nostálgico, que não mais representa que a nossa tendência para nos quedarmos no passado, a Beyoncé é, sem margem para dúvidas, a cantora do momento. Ela tem tudo. Uma voz fantástica, presença, um corpo de arrasar, encanto, sedução. É bela, tem glamour e impulsiona musicalmente a nova geração como a Tina impulsionou a minha. Tudo isso aos vinte e oito anos? Beyoncé é a nova Diva da música.

8.10.09

30.9.09

12.9.09

Meus companheiros inseparáveis (XV)


Esta senhora e este senhor marcaram irremediavelmente o meu gosto pela música. São, há muito tempo, meus companheiros inseparáveis. Num momento que creio ser raro, juntaram-se e cantaram ao vivo. Dois animais de palco, como já não há muitos. Dois músicos capazes de incendiar uma multidão enquanto o Diabo esfrega um olho. Tina Turner e David Bowie a cantarem o eterno Let’s Dance. Quem não sentir o pézinho a mexer acautele-se, porque não deve estar bem. Quem sentir uma súbita vontade de dançar, está bem de saúde e recomenda-se.

21.7.09

10.7.09

Meus companheiros inseparáveis (XXII)








B.B. King e os fantásticos Eric Clapton, Buddy Guy e Jimmie Vaughn.

8.7.09

28.6.09

Meus companheiros inseparáveis (XX)


Nirvana (e Kurt Cobain)

A minha mais nova começou com aulas de viola clássica. Ainda naquele dedilhar tímido e inseguro, faz questão de mostrar as suas habilidades e a evolução que, nesta fase, é notória semanalmente. Há dias resolveu surpreender o pai com os acordes iniciais de uma música de uma banda que é minha companheira inseparável. Se fiquei feliz? Nem vos conto quanto.

21.6.09

5.6.09

Rosetta Tharpe ganhaste mais um fã.

Não resisti e confesso que não estou muito preocupado sobre o que o L. possa pensar deste descarado roubo ao Designorado. É que eu vibrei e muito com esta senhora a que o meu amigo L., com toda a propriedade e alguma ironia à mistura, apelida Jimmy Hendrix Granma. Não faz parte dos meus companheiros inseparáveis mas acreditem que podia e merecia. Rosetta Tharpe foi, e continua a ser, um caso sério de boa música. E ganhou mais um fã.

30.5.09

Meus companheiros inseparáveis (XVIII)

Ella Fitzgerald & Louis Armstrong

13.5.09

9.5.09

Meus companheiros inseparáveis (XV)



Guru (Jazz Matazz)