Uma mulher e um homem. Outra mulher, outro homem.
As almas suspensas, adiadas, dilatadas, transidas.
Atrevem-se e gozam. Juntos. Os quatro. Até ao fim.
Dois homens agora. Duas mulheres de fora.
Onde fica o amor? Que sobra a alma?
Talvez pouco. Talvez tudo.
Não sabem. Alguém sabe?
Não vos vou contar o fim do mais recente romance da Rita Ferro, até porque ainda não sei como é o princípio. Mas mesmo que soubesse, não contava. É que em 20 anos e depois de 20 livros, a Rita não gosta que lhe contem o fim.